Coronel Hélio foi esquecido pela cúpula do salto alto da direita potiguar
21/01/2026

Nos bastidores da política potiguar, o Coronel Hélio foi claramente deixado de lado pela chamada “cúpula do salto alto” da direita. Visivelmente incomodado, o pré-candidato ao Senado percebeu que foi totalmente esquecido nas articulações recentes, que concentraram holofotes e afagos apenas em Álvaro Dias e Styvensson Valentim.
O gesto não é pequeno nem inocente. Ignorar Coronel Hélio revela falta de unidade, elitização do discurso e uma direita que escolhe quem pode ou não sentar à mesa, mesmo quando todos se dizem defensores da renovação. Nos corredores, o silêncio fala alto,e constrange.
Enquanto isso, Rogério Marinho, que tenta se manter como grande articulador, segue acumulando rejeições. Para muitos, sua condução política é fraca, centralizadora e incapaz de agregar. Resultado: racha, vaidade e exclusão.
A pergunta que fica é simples e direta:
essa direita quer ganhar eleição ou apenas manter o poder entre poucos?
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