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Carga de cigarros contrabandeados é apreendida após perseguição e troca de tiros no interior do RN
30/07/2026

Foto: Divulgação
Uma operação conjunta entre a Polícia Militar do Rio Grande do Norte e a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz/RN) apreendeu uma carga de cigarros contrabandeados na madrugada desta quinta-feira (30), no município de Passa e Fica, no Agreste potiguar.
Segundo a PM, a ação teve início durante uma fiscalização de rotina realizada por auditores da Sefaz com apoio de policiais da 10ª Companhia Independente de Polícia Militar (10ª CIPM).
Ao ser abordado, o motorista de um caminhão desobedeceu à ordem de parada e fugiu. Conforme a corporação, durante a tentativa de escapar, os ocupantes do veículo efetuaram disparos contra as equipes policiais.
Diante da fuga, foi iniciado um acompanhamento tático, que contou com o reforço de equipes do 8º Batalhão de Polícia Militar (8º BPM), incluindo guarnições de Passa e Fica e de São José de Campestre.
Durante a perseguição, os suspeitos abandonaram o caminhão e fugiram por uma área de mata. Apesar das buscas realizadas na região, eles não foram localizados.
Na vistoria do veículo, os policiais encontraram uma grande carga de cigarros contrabandeados.
O caminhão e todo o material apreendido foram encaminhados ao posto fiscal da Sefaz, em Canguaretama, onde serão adotadas as medidas legais cabíveis.
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Novos auditores fiscais iniciam curso de adaptação na Escola de Governo
30/07/2026

Os 50 novos servidores aprovados no concurso para Auditor Fiscal do Tesouro Estadual iniciaram, nesta quarta-feira (29), o Curso de Adaptação promovido pela Escola de Governo do RN (EGRN), vinculada à Secretaria de Estado da Administração (Sead), em parceria com a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).
Previsto na Lei Orgânica da Administração Tributária (LOAT), o curso terá duração de quatro meses e combina atividades teóricas e práticas voltadas à preparação dos novos auditores para o exercício das atribuições do cargo.
A capacitação busca proporcionar uma visão ampla da estrutura e do funcionamento da administração tributária, contribuindo para o desenvolvimento das competências necessárias ao desempenho das funções e para a integração à rotina do serviço público estadual.
O curso é coordenado por uma comissão formada por servidores da Sefaz.
Durante o primeiro mês, os participantes terão aulas na sede da EGRN, no Centro Administrativo do Estado, sobre legislação tributária, administração tributária, Reforma Tributária, ética no serviço público e outros conteúdos técnicos relacionados à atuação fiscal.
Nos três meses seguintes, os servidores passarão por diferentes setores da Sefaz para conhecer, na prática, as rotinas e os procedimentos da administração tributária estadual.
A programação inclui atividades nas áreas de auditoria, atendimento ao contribuinte, fiscalização de mercadorias em trânsito, setores administrativos e no Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) de Caraúbas.
A turma é formada pelos candidatos aprovados no concurso público para Auditor Fiscal do Tesouro Estadual, que marcou o ingresso de novos servidores na carreira após duas décadas sem seleção para o cargo. O curso de adaptação marca o início da trajetória funcional dos novos servidores, promovendo o alinhamento às normas, aos procedimentos e às responsabilidades inerentes à atuação na administração pública.
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Suspeito de assassinar homem por dívida de drogas é preso no RN
30/07/2026

A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira 30 um suspeito de assassinar um homem por dívida de drogas em Serra do Mel, no interior do Rio Grande do Norte. Um outro homem ficou ferido no atentado.
De acordo com as investigações, o crime ocorreu em 20 de junho de 2026. A vítima do homicídio e o sobrevivente eram irmãos.
Assim que tomaram conhecimento dos fatos, as equipes policiais iniciaram diligências para localizar o homem. O suspeito foi preso no município de João Câmara.
Ele foi conduzido à delegacia para a realização dos procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
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Custo da construção sobe pelo 5º mês no RN
30/07/2026

O custo da construção civil no Rio Grande do Norte voltou a subir em junho e manteve a trajetória de alta observada desde o início do ano. O Custo Unitário Básico da Construção (CUB/m²), principal referência utilizada pelo mercado para elaboração de orçamentos de obras, atingiu R$ 2.134,18 por metro quadrado no padrão R8-N, registrando elevação de 1,35% em relação a maio. Com o resultado, o indicador acumula cinco aumentos consecutivos em 2026, reforçando o cenário de pressão sobre a atividade imobiliária e os investimentos no setor.
Os dados foram divulgados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (Sinduscon-RN), que atribui a continuidade da alta à combinação entre reajustes de materiais de construção, aumento dos custos de mão de obra, crédito mais caro e um ambiente macroeconômico que ainda limita a expansão dos investimentos privados.
Embora o CUB não represente o preço final dos imóveis, o indicador é amplamente utilizado por incorporadoras, construtoras, instituições financeiras e agentes do mercado como parâmetro para estimativas de custos de projetos residenciais. Sua evolução serve como termômetro da pressão sobre os custos de produção da construção civil e influencia decisões relacionadas ao lançamento de novos empreendimentos.
Para o presidente do Sinduscon-RN, Sérgio Azevedo, a sequência de altas demonstra que as empresas vêm enfrentando fatores que extrapolam a gestão operacional dos canteiros de obras.
“A construção civil vem fazendo sua parte, investindo em produtividade, inovação, industrialização e novas tecnologias para reduzir desperdícios e aumentar a eficiência. Mas existem fatores que fogem ao controle das empresas. O elevado custo do capital, um ambiente econômico ainda instável e processos burocráticos que retardam investimentos acabam pressionando o custo final dos empreendimentos”, explicou Sérgio Azevedo.
Segundo a entidade, apesar dos investimentos realizados pelas empresas para elevar a produtividade, reduzir perdas e incorporar novas tecnologias construtivas, parte relevante da pressão sobre os custos decorre de fatores externos, especialmente o ambiente financeiro. A manutenção de juros elevados aumenta o custo do crédito para empresas e consumidores, encarece o financiamento da produção e reduz o ritmo de novos lançamentos imobiliários.
Além da questão financeira, o Sinduscon-RN aponta que entraves regulatórios continuam afetando a competitividade da construção civil. A entidade avalia que processos demorados de licenciamento, insegurança jurídica e excesso de exigências administrativas acabam produzindo efeitos econômicos comparáveis aos aumentos registrados nos principais insumos utilizados nas obras.
“Tempo também custa dinheiro. Licenciamentos demorados, insegurança jurídica e excesso de burocracia elevam o custo dos empreendimentos tanto quanto muitos insumos. Modernizar processos e aumentar a produtividade é hoje uma das principais formas de reduzir custos e ampliar a competitividade da construção civil.”
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PrEP injetável reduz infecção por HIV a 0,1% ao ano em estudo
30/07/2026

Estudo de vida real apontou taxa de infecção de apenas 0,1% ao ano entre usuários do cabotegravir injetável para prevenção do HIV - Foto: josé aldenir
Medicamento injetável de prevenção apresentou taxa de infecção de 0,1% ao ano entre usuários acompanhados nos Estados Unidos
O uso do cabotegravir, medicamento injetável administrado a cada dois meses para prevenção da infecção pelo HIV, apresentou taxa de incidência de apenas 0,1% ao ano em um estudo de vida real que acompanhou usuários por um período prolongado. Os resultados foram divulgados pela ViiV Healthcare, empresa especializada em pesquisa e desenvolvimento de medicamentos para HIV, representada no Brasil pela biofarmacêutica britânica GSK.
A pesquisa analisou dados de 1.748 pessoas com 18 anos ou mais, atendidas em 101 clínicas distribuídas por 23 estados dos Estados Unidos, que receberam ao menos uma aplicação de cabotegravir entre 21 de dezembro de 2021 e 30 de junho de 2024. O objetivo foi avaliar a adesão ao tratamento e medir sua efetividade na prevenção da infecção pelo vírus.
Os resultados apontaram uma taxa de infecção de 0,10 caso por 100 pessoas-ano, índice que, segundo especialistas, demonstra elevada proteção quando o medicamento é utilizado conforme a orientação médica.
Para o infectologista Álvaro Costa, do Hospital das Clínicas e subinvestigador da Unidade de Pesquisa do Centro de Referência e Tratamento DST/Aids, a eficácia observada reforça o potencial da profilaxia pré-exposição (PrEP) injetável.
“É uma ferramenta que praticamente barra definitivamente a infecção pelo HIV. Esses casos (relatados no estudo) são de pacientes que esqueceram, atrasaram as doses de injeção, enfim, que não tiveram uma adesão adequada (à terapia). Ou seja, na vida real, ele funciona muito, muito bem.”
O especialista destaca que estudos de vida real complementam os ensaios clínicos por avaliarem o desempenho da medicação em condições rotineiras de uso.
“É muito interessante ver esse fenômeno com relação à prevenção.”
A maior parte dos participantes era formada por homens jovens, com idade mediana de 33 anos. Cerca de 40% relataram ter apresentado ao menos uma infecção sexualmente transmissível (IST) no ano anterior ao início do acompanhamento. Além de medir a efetividade do medicamento, os pesquisadores avaliaram a adesão dos pacientes ao esquema de aplicação bimestral.
A profilaxia pré-exposição (PrEP) consiste no uso de medicamentos antes de situações de risco para impedir que o HIV se estabeleça no organismo. No Brasil, a versão em comprimidos diários é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2017.
Nos últimos anos, surgiram versões injetáveis de longa duração. O cabotegravir, aplicado a cada dois meses, teve o uso aprovado no país e está disponível na rede privada desde agosto de 2025. Sua incorporação ao SUS ainda é analisada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).
Um estudo conduzido pela GSK e publicado na revista científica Value in Health estima que a adoção do cabotegravir poderia evitar aproximadamente 385 mil das 600 mil infecções por HIV projetadas para o Brasil na próxima década, além de gerar uma economia estimada em R$ 14 bilhões em custos relacionados ao tratamento da doença.
Outra alternativa aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é o lenacapavir, primeiro medicamento preventivo aplicado a cada seis meses. Apesar do registro concedido em janeiro deste ano, o produto ainda não está disponível no mercado brasileiro, principalmente devido ao alto custo. Nos Estados Unidos, o tratamento ultrapassa US$ 28 mil por pessoa ao ano, equivalente a cerca de R$ 150 mil.
Embora a PrEP oral já apresente elevada eficácia, especialistas avaliam que os medicamentos injetáveis podem ampliar a proteção por favorecerem a continuidade do tratamento.
Segundo Álvaro Costa, muitos usuários preferem aplicações periódicas ao uso diário de comprimidos, embora a escolha deva considerar o perfil de cada paciente.
“Estudos mostram que quando você pergunta para os usuários o que eles preferem, se tomar um comprimido todo dia ou uma injeção a cada dois meses, eles preferem a injeção. Mas tem quem prefira o comprimido, então a prevenção tem que ser individualizada.”
O infectologista reforça que a PrEP continua sendo uma das principais estratégias para reduzir novas infecções pelo HIV.
“A PrEP é uma ferramenta extremamente segura e eficiente para barrar a infecção pelo HIV caso seja tomada, orientada, supervisionada de forma adequada. A maior parte dos estudos mostra uma redução substancial do risco superior a 95% a 96%. Ou seja, é algo que realmente funciona e é seguro e que merece implementação.”
Ele acrescenta que a prevenção precisa considerar o comportamento da população.
“As pessoas têm uma dificuldade enorme de manter o uso do preservativo na atividade sexual. Isso não é julgamento. É uma questão histórica no Brasil e no mundo.”
Cenário brasileiro
Apesar dos avanços no tratamento e na prevenção, o HIV permanece como um desafio para a saúde pública. Em 2024, o Brasil registrou 39.216 novos casos de infecção pelo vírus.
Diante desse cenário, especialistas defendem a ampliação das estratégias preventivas, combinando diferentes métodos de proteção conforme as necessidades, características e escolhas de cada pessoa, com o objetivo de reduzir a transmissão e ampliar o acesso às tecnologias disponíveis.
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Navio de guerra da Marinha abre visitação gratuita em Natal neste fim de semana
30/07/2026

A Fragata “Independência” (F44), da Marinha do Brasil, estará aberta para visitação pública em Natal nesta sexta-feira (1) e sábado (2), das 14h às 17h, no Terminal Marítimo de Passageiros, no Porto de Natal. O acesso é gratuito, mas depende de agendamento prévio em plataforma online, com vagas limitadas.
A embarcação chega ao Rio Grande do Norte após participar da Operação “FLEETEX 250”, exercício multinacional realizado entre maio e junho deste ano, nos Estados Unidos, em comemoração aos 250 anos da independência norte-americana.
A operação reuniu marinhas de mais de 20 países e teve como foco ampliar a integração, a coordenação operacional e a cooperação entre as forças navais participantes.
A Fragata “Independência” é a quinta embarcação da Classe “Niterói” incorporada à Marinha do Brasil. O navio entrou em operação em 3 de setembro de 1979 e possui 129,5 metros de comprimento, além de deslocar 3.300 toneladas.
Entre os sistemas embarcados estão mísseis EXOCET, empregados contra alvos de superfície, mísseis ASPIDE, destinados à defesa contra ameaças aéreas, um canhão de 4,5 polegadas e dois canhões de 40 milímetros.
Segundo a Marinha, a visitação permitirá que o público conheça parte da estrutura da fragata e tenha contato com um dos principais meios navais da Força.
Os interessados devem reservar a entrada antecipadamente. Os ingressos são gratuitos e disponibilizados em quantidade limitada.
Serviço
Visitação pública à Fragata “Independência” (F44)
Datas: 1º e 2 de agosto de 2026
Horário: das 14h às 17h
Local: Terminal Marítimo de Passageiros, Porto de Natal
Entrada: gratuita, mediante agendamento prévio
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TSE impede grupo espanhol de observar eleições de 2026 e decisão gera questionamentos sobre transparência
30/07/2026

Foto: Reprodução
O TSE rejeitou o pedido de uma organização sediada na Espanha para atuar como missão internacional de observação nas eleições brasileiras de 2026. Segundo a Corte, a entidade não cumpriu os critérios técnicos e formais exigidos para esse tipo de credenciamento, conforme o Diário360.
De acordo com o TSE, a decisão seguiu as regras previstas para a participação de observadores internacionais e foi baseada exclusivamente no não atendimento dos requisitos estabelecidos pelo tribunal.
A negativa, no entanto, gerou questionamentos entre críticos da decisão, que defendem uma maior abertura ao acompanhamento internacional do processo eleitoral. Na avaliação desse grupo, o veto pode ampliar o debate sobre transparência e fiscalização das eleições.
O TSE, por sua vez, sustenta que o credenciamento de missões internacionais deve seguir critérios técnicos e formais, aplicados de forma igual a todas as entidades interessadas.
O caso ocorre às vésperas do calendário eleitoral de 2026 e reacende o debate sobre os parâmetros adotados pelo tribunal para autorizar a atuação de observadores internacionais no processo eleitoral brasileiro.
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Apostas online levam SUS a criar ações de prevenção
29/07/2026

Pessoas com problemas relacionados às apostas podem acessar o teleatendimento pelo aplicativo Meu SUS Digital após responder a um autoteste, segundo o Ministério da Saúde - Foto: josé aldenir
Iniciativa busca orientar usuários e familiares sobre os impactos do uso excessivo de plataformas digitais e amplia divulgação dos serviços de saúde mental oferecidos pelo SUS
O Ministério da Saúde lançou a Campanha Nacional de Prevenção aos Danos das Apostas Online, com o objetivo de alertar a população sobre os riscos associados ao uso excessivo de plataformas de apostas digitais e ampliar a divulgação dos serviços de saúde mental oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A campanha será veiculada na televisão, no rádio e nas redes sociais e é voltada tanto para pessoas que enfrentam problemas com apostas quanto para familiares afetados.
Em nota, a pasta explica que as plataformas de apostas funcionam de forma contínua e utilizam mecanismos capazes de estimular o usuário a permanecer por mais tempo conectado e a realizar novas apostas. “Disponíveis 24 horas por dia, as plataformas utilizam recursos como notificações, bônus, apostas em tempo real e recompensas variáveis, que podem estimular a permanência e a repetição das apostas. O uso problemático dessas plataformas pode levar a pessoa a apostar por mais tempo ou gastar mais do que havia planejado, com possíveis impactos na saúde mental, na situação financeira, na rotina e nas relações familiares e sociais”, informou o ministério.
O órgão lembra que o Transtorno do Jogo é reconhecido como um transtorno de comportamento aditivo pela Classificação Internacional de Doenças (CID) e pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1,2% da população adulta mundial convive com esse diagnóstico.
Como parte da rede de atendimento, o SUS oferece teleatendimento em saúde mental para pessoas com problemas relacionados aos jogos e às apostas, além de acolhimento para familiares. O serviço é sigiloso e permite acesso remoto a acompanhamento especializado. Os familiares também podem recorrer ao atendimento para receber orientação, acolhimento e suporte.
Entre os sinais de alerta para procurar ajuda estão apostar por mais tempo ou gastar mais dinheiro do que o planejado, pensar constantemente em jogos e apostas e perceber alterações no sono, no humor, na rotina ou nas relações pessoais.
O acesso ao teleatendimento pode ser feito pelo aplicativo ou pela versão web do Meu SUS Digital. Após entrar com a conta Gov.br, o usuário deve acessar a área “Miniapps”, selecionar a opção “Problemas com jogos de apostas?” e responder ao autoteste disponível na plataforma. O questionário avalia a relação do usuário com as apostas e indica o tipo de cuidado mais adequado. Quando o resultado aponta risco moderado ou elevado, o encaminhamento ao teleatendimento é realizado automaticamente. Nos demais casos, o sistema apresenta orientações sobre os serviços disponíveis na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).
Além do atendimento remoto, o cuidado também pode começar presencialmente em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), onde apostadores e familiares recebem acolhimento, orientação e avaliação inicial. Quando necessário, o paciente é encaminhado para um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), que oferece acompanhamento multiprofissional em saúde mental.
Outra ferramenta disponível é a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, do Ministério da Fazenda. Por meio dela, qualquer pessoa pode solicitar, de forma voluntária, o bloqueio do acesso às plataformas de apostas autorizadas. O pedido é feito com a conta Gov.br e, após a confirmação, o sistema bloqueia as contas ativas em sites regulamentados, impede a abertura de novos cadastros com o mesmo CPF e interrompe o envio de publicidade direcionada pelas empresas do setor.
A plataforma também reúne informações sobre jogo responsável, saúde mental e educação financeira, além de disponibilizar autotestes, cursos, materiais educativos e orientações sobre como acessar os serviços de atendimento oferecidos pelo SUS.
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João Gomes lamenta distância da família
29/07/2026

João Gomes diz que a sequência de shows e compromissos profissionais elevou estresse - Foto: fernanda carvalho / divulgação
Cantor relata impacto da agenda intensa, fala sobre estresse, problema de saúde e anuncia primeiras férias da carreira
O cantor João Gomes afirmou que pretende tirar, em 2027, o primeiro mês completo de férias desde o início da carreira. Prestes a completar 24 anos, o artista disse que a sequência de shows, viagens e compromissos profissionais tem aumentado o estresse e comprometido os períodos de descanso. Apesar da agenda intensa, ele confirmou participação na próxima edição do Rock in Rio e uma turnê pela Austrália.
Em entrevista ao jornal O Globo, João contou que a rotina tem sido intensa desde o fim do ano passado, com apresentações no Brasil e no exterior, além de campanhas publicitárias ligadas ao período junino. No dia da entrevista, o cantor havia se apresentado em São Paulo e seguia para um novo show em Sorocaba, após ter passado pela cidade de Anastácio (MS) na madrugada anterior.
“Desde dezembro eu não paro. É muita coisa acontecendo. Fizemos turnê na Europa e depois foi uma semana gravando publicidade, ligada ao São João. É uma loucura, mas eu só fico muito triste quando não tenho uma semana para me cuidar, quando não tenho um dia (livre). Porque o estresse vai lá pra cima”, afirmou.
Segundo ele, a rotina vai além das viagens entre cidades. “A vida não é só da van para o camarim. Temos que soltar o estresse, nos aliviar. Chega a ser sobre-humano, mas penso que é um trabalho profissional. A gente tem que deixar o coração em casa, pedir força para Deus e simbora!”
Na última sexta-feira, o cantor precisou interromper a agenda de apresentações por causa de um quadro de influenza agravado por sinusite. João cancelou dois shows e publicou o atestado médico nas redes sociais. Ele relatou ter apresentado febre de 40°C e fortes dores de cabeça. Dois dias depois, informou que estava se recuperando. “Tamo junto. Tomem vacina!”, escreveu.
Mesmo com a pausa, João embarca para a Austrália, onde fará apresentações em Sydney e Brisbane. A viagem fará com que ele passe o aniversário de 24 anos longe da esposa, Ary Mirelle, e dos filhos Jorge, de 2 anos, e Joaquim, de 10 meses.
“Vou passar meu aniversário na Austrália. Vai ser muito doido pra mim, porque estava muito acostumado a passar esse dia com minha esposa. Vai ser doloroso passar longe de Jorge e Joaquim. Mas faz parte. Vai ser uma dor que vou passar e não vou querer passar de novo”, disse.
O cantor também falou sobre o crescimento da carreira internacional e lembrou que as primeiras apresentações fora do país ocorreram para plateias menores. Segundo ele, o cenário mudou, mas a disposição para conquistar novos públicos permanece.
“Íamos nas casas de show e elas não estavam tão cheias, mas isso é normal. Temos nossas ambições. Queremos tocar para as pessoas e ser provedor da alegria nos olhos das pessoas. Poxa, lembro da primeira vez que fui à Europa e tinha levado uns amigos meus. A festa não tava tão legal e eu falava para eles: ‘Vão lá na frente do palco para dar um volume’”, contou.
“Temos que saber enxergar o quanto somos abençoados (hoje) e agradecer por isso”, completou.
João Gomes também confirmou presença no Rock in Rio 2026. O cantor sobe ao Palco Sunset no dia 12 de setembro, acompanhado da Orquestra Brasileira, em um espetáculo que reunirá instrumentos tradicionais brasileiros. O artista já havia participado do festival em 2022, quando dividiu o palco com Pedro Sampaio.
Ao recordar a estreia no evento, João afirmou que ainda busca evoluir como artista. “Foi muito surreal aquilo que aconteceu. Estávamos lá no palco reduzido e eu não tinha habilidade, tinha limitações, mas, graças a Deus, deu tudo certo. Sobra muito espaço para a experiência. Eu lembro que tinha olhado as apresentações do Alceu, com sua confiança e habilidade, e reproduzir isso é tão difícil! Ainda estou aprendendo um bocado. Posso dizer que para os próximos Rock in Rio vamos chegar cada vez maiores”, declarou.
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Geração de empregos no Brasil cai 25% nos seis primeiros meses de 2026 e registra pior primeiro semestre desde 2020, segundo dados do Caged
29/07/2026

Foto: Claiton Dornelles/JC
A criação de empregos com carteira assinada no Brasil caiu 25% no primeiro semestre de 2026. Segundo o Ministério do Trabalho, foram abertas 921.640 vagas no período, contra 1,23 milhão no mesmo período do ano passado, no pior resultado para os seis primeiros meses desde 2020.
Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e foram divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Somente em junho, o saldo foi de 145.160 empregos formais, queda de 10,4% em relação ao mesmo mês de 2025. No período, foram registradas 2,22 milhões de contratações e 2,07 milhões de desligamentos.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, atribuiu a desaceleração aos juros elevados, com a Selic em 14,25% ao ano, além dos impactos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos e dos conflitos internacionais sobre a economia.
Apesar da queda no ritmo de contratações, o país encerrou junho com 48,03 milhões de trabalhadores com carteira assinada, acima do total registrado no mesmo período de 2025.
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LEI MARIA DA PENHA: 54% das mulheres dizem já ter sofrido agressões de parceiro; abuso psicológico é o mais comum
29/07/2026

magem: Getty
Mais da metade das brasileiras que já tiveram relacionamento com homens afirma ter sofrido algum tipo de agressão praticada por parceiro ou ex-parceiro, segundo a pesquisa “20 anos da Lei Maria da Penha”, realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva.
O levantamento mostra que 54% das mulheres, o equivalente a 47,7 milhões de brasileiras, relatam ter sido vítimas de algum tipo de agressão previsto na Lei Maria da Penha.
O abuso psicológico é o mais frequente, citado por 42% das entrevistadas, seguido por agressão física (25%), moral (19%), sexual (10%) e patrimonial (9%).
Entre os homens, 11% admitiram ter cometido algum tipo de agressão contra uma parceira ou ex-parceira quando questionados sobre situações específicas. Já 7% reconheceram espontaneamente ter praticado esse tipo de conduta.
A pesquisa também aponta que 88% das mulheres identificam parceiros ou ex-parceiros como os principais autores das agressões.
Em relação à reação diante de um caso de agressão, 70% das mulheres disseram que acionariam a polícia ou as autoridades. Entre os homens, esse percentual é de 56%.
O levantamento ouviu 1.000 mulheres e 500 homens com 16 anos ou mais, entre os dias 22 e 30 de abril, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais.
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Doação de corpos para pesquisa cresce na UFRN e amplia formação de profissionais da saúde
29/07/2026

Doação de corpos pode ser autorizada ainda em vida e depende da confirmação da família após o falecimento - Foto: reprodução / tv tropical
Universidade registrou 11 doações em 2025; material é utilizado no ensino de anatomia e em pesquisas de diferentes áreas da saúde
A doação de corpos para ensino e pesquisa tem registrado crescimento na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e vem ampliando o acesso de estudantes e pesquisadores ao estudo da anatomia humana. Segundo o coordenador do programa de doação de corpos do Centro de Biociências, há cerca de dez anos a instituição recebia apenas dois ou três corpos por ano. O cenário começou a mudar há aproximadamente cinco anos e, em 2025, a universidade registrou a doação de 11 corpos, número que continua em crescimento.
De acordo com professores da instituição, a utilização de corpos humanos é fundamental para a formação de profissionais da saúde e contribui para o desenvolvimento científico e tecnológico em diversas áreas, como Medicina, Educação Física, Ortopedia, Neurologia e outras especialidades. Eles explicam que, embora modelos artificiais tenham utilidade didática em determinadas situações, o treinamento em corpos reais é considerado indispensável para a formação de profissionais que atuarão diretamente no atendimento a pacientes.
Após o uso em atividades de ensino e pesquisa, o material anatômico pode continuar sendo utilizado por diferentes cursos da área da saúde. Segundo a coordenação do programa, há órgãos preservados na universidade desde a década de 1970, sem prazo de validade para utilização. Quando a instituição entende que determinado material deve ser sepultado, o procedimento é realizado no Cemitério Parque Nova Descoberta.
A doação pode ser formalizada ainda em vida. O interessado deve manifestar à família o desejo de doar o corpo e procurar o Centro de Biociências da UFRN para assinar um termo de interesse. Após o falecimento, uma equipe vinculada aos programas de doação entra em contato com os familiares para confirmar o procedimento. Em seguida, o corpo é encaminhado à universidade.
O crescimento do número de doadores também é atribuído ao aumento da divulgação sobre essa modalidade de doação. Uma familiar de uma doadora, Salete Gregorin, contou que a decisão foi tomada ainda em vida pela filha, que morreu há dois anos em decorrência de um afogamento. Segundo ela, antes havia pouca divulgação sobre a possibilidade de doar o corpo para estudos, enquanto a doação de órgãos era mais conhecida pela população.
Ela afirmou acreditar que os estudantes conseguem realizar um estudo mais aprofundado utilizando corpos humanos, compreendendo melhor a anatomia e o funcionamento dos órgãos, algo que, segundo ela, não é possível reproduzir integralmente em manequins. Também destacou que o aumento do número de doações representa um avanço para a formação dos futuros médicos e para o desenvolvimento da medicina.
Os benefícios da utilização de corpos reais também são percebidos pelos estudantes. Mariana Gomes, aluna de Medicina em Portugal, participou de um curso de Anatomia promovido pela UFRN e relatou que, durante sua formação no país europeu, os estudos eram realizados apenas por meio de livros e modelos tridimensionais. Segundo ela, o contato com corpos humanos proporciona uma compreensão mais precisa das estruturas anatômicas, da densidade dos tecidos e das diferenças entre as regiões do corpo, tornando a experiência essencial para a formação profissional.
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PRESIDENTE ESTIMULADA: Lula tem 55,24% contra 20,56% de Flávio Bolsonaro
29/07/2026

No cenário estimulado para presidente, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lula amplia a vantagem sobre os adversários, segundo pesquisa do Instituto Perfil em parceria com o Blog do BG.
O petista registra 55,24% das intenções de voto. Em segundo lugar aparece Flávio Bolsonaro, com 20,56%. Na sequência vêm Ronaldo Caiado (1,94%), Renan Santos (1,38%), Augusto Cury (0,94%), Romeu Zema (0,56%), Joaquim Barbosa (0,38%) e Cabo Daciolo (0,31%). Os indecisos representam 10,06% e branco/nulo somam 8,63%.
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Volkswagen amplia T-Roc para mercado brasileiro em 2027
29/07/2026

A Volkswagen prepara uma estratégia distinta para o lançamento do T-Roc no Brasil. Desenvolvido sob o codinome Projeto Saga (VW213), o utilitário esportivo chegará ao mercado em 2027 com dimensões superiores às da versão comercializada na Europa, identidade visual própria e motorização híbrida flex inédita na marca. O modelo integra o ciclo de investimentos de R$ 20 bilhões anunciado pela montadora para modernizar sua operação no País e será produzido na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), ao lado de um novo SUV médio que substituirá o Taos.
Embora utilize a mesma plataforma MQB Evo da configuração europeia, o T-Roc nacional será mais longo e terá maior distância entre eixos. Segundo informações apuradas pela revista Autoesporte, o SUV brasileiro deverá medir entre 4,40 e 4,50 metros de comprimento, contra 4,37 metros do modelo europeu, enquanto o entre-eixos ficará entre 2,65 e 2,70 metros, acima dos 2,63 metros da versão vendida no continente. A estratégia repete a adotada pela Volkswagen no desenvolvimento do T-Cross nacional, que também recebeu dimensões ampliadas para atender às preferências do mercado brasileiro.
No aspecto mecânico, o Projeto Saga marcará a estreia da tecnologia híbrida flex da fabricante no Brasil. O modelo contará com duas configurações eletrificadas: uma híbrida leve (MHEV) de 48 volts e outra híbrida plena (HEV), ambas associadas ao novo motor 1.5 TSI Evo2. Inicialmente, o propulsor será importado da fábrica da Volkswagen no México, com nacionalização da produção prevista para 2031, na unidade de São Carlos (SP). A empresa busca ampliar sua oferta de veículos eletrificados em um segmento que registra crescimento contínuo no mercado brasileiro.
Além das mudanças estruturais, o T-Roc brasileiro terá desenho exclusivo desenvolvido pela equipe liderada pelo designer brasileiro JC Pavone, responsável por projetos como Nivus e Tera. O SUV também deverá incorporar equipamentos inéditos entre os veículos nacionais da marca, como freio de estacionamento eletrônico, seletor giratório para o câmbio e teto solar nas versões mais completas. Paralelamente ao Projeto Saga, a Volkswagen desenvolve o chamado A-SUV (VW226), apontado como sucessor do Taos. Ambos compartilharão plataforma, conjuntos híbridos e a mesma linha de produção, reforçando a estratégia da montadora para ampliar sua presença no segmento de utilitários esportivos eletrificados no Brasil.
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Professora morre em acidente a caminho da escola na RN-118, no Alto do Rodrigues
29/07/2026

Foto: Reprodução
Uma professora morreu em um acidente de trânsito registrado por volta das 6h desta quarta-feira (29), na RN-118, no trevo da Estrada do Óleo, no município de Alto do Rodrigues, na região do Vale do Açu.
A professora, identificada como Ana Karina da Silva Xavier Bezerra, morava em Carnaubais e estava a caminho do trabalho no momento do acidente. Ela seguia de motocicleta para uma escola no Alto do Rodrigues, onde daria aula naquela manhã, quando houve a colisão com um carro.
Com o impacto, a professora não resistiu e morreu ainda no local.
O automóvel envolvido no acidente também era conduzido por uma mulher. Ela foi socorrida após a colisão, recebeu atendimento médico e posteriormente foi liberada. A motorista passa bem.
Imagens registradas após o acidente mostram a motocicleta caída na rodovia, o carro envolvido na colisão e a movimentação no trecho durante o atendimento da ocorrência.
O acidente aconteceu em uma área de acesso entre municípios da região e chamou a atenção de quem trafegava pela RN-118 nas primeiras horas da manhã.
Até o momento, não há informações conclusivas sobre o que provocou a colisão. As circunstâncias do acidente ainda deverão ser esclarecidas
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Preso principal receptador de esquema de anabolizantes de quase meio milhão no RN
28/07/2026

A Polícia Civil prendeu, na noite desta segunda-feira (27), um homem de 47 anos apontado como o principal beneficiário de um esquema de importação e venda ilegal de anabolizantes e medicamentos estrangeiros no RN. Segundo a corporação, a prisão preventiva é resultado da investigação iniciada após a apreensão de uma carga avaliada em cerca de R$ 480 mil, realizada em fevereiro deste ano, em Natal.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi identificado durante o avanço das investigações como o destinatário da carga e quem seria o principal beneficiado pela entrada irregular dos produtos no país. A prisão contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Receita Federal.
A carga apreendida em fevereiro tinha mais de 900 frascos de substâncias. Entre elas estavam cerca de 800 frascos de um produto semelhante à drostanolona, outros 100 de substância análoga ao estanozolol e mais 42 frascos de um medicamento com características da tirzepatida, usada no tratamento do diabetes tipo 2.
Na ocasião da apreensão, um homem de 37 anos foi preso em flagrante enquanto recebia a encomenda. A partir desse caso, a Polícia Civil aprofundou as investigações até chegar ao suspeito preso nesta semana.
Após ser detido, o homem foi levado à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes do grupo e esclarecer a dimensão do esquema de importação e comercialização clandestina de medicamentos e anabolizantes no estado. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.
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Governo reage à nova tarifa dos EUA
28/07/2026

Porto de Santos, principal corredor de escoamento das exportações brasileiras, registrou menos navios com destino aos EUA - Foto: divulgação / porto de santos
MDIC classifica sobretaxa de 12,5% como injustificada, reforça estratégia de negociação com Washington e mantém possibilidade de recorrer à Lei de Reciprocidade para responder às medidas comerciais
O governo brasileiro endureceu o discurso contra a nova tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros sob a justificativa de suposta insuficiência no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou que a medida é “indevida” e foi construída sobre argumentos que “não são reais”, ao mesmo tempo em que reiterou que a prioridade do Palácio do Planalto será negociar a reversão das restrições comerciais.
Apesar da aposta no diálogo, o governo deixou claro que não abrirá mão dos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada neste ano, caso as negociações não avancem. A nova sobretaxa entrou em vigor na última sexta-feira 24 e, para parte das exportações brasileiras, soma-se aos 25% anunciados anteriormente pela administração do presidente Donald Trump.
Em entrevista coletiva, Márcio Elias Rosa contestou diretamente a justificativa apresentada por Washington. Segundo o ministro, o Brasil possui uma estrutura consolidada de prevenção, fiscalização e combate ao trabalho escravo contemporâneo, além de ser signatário das principais convenções internacionais da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
“O Brasil tem compromissos históricos com o combate ao trabalho forçado, com a prevenção, o controle, a fiscalização e o acolhimento das vítimas. O Brasil é signatário de todos os instrumentos da Organização Internacional do Trabalho. Não abona nem apoia essa prática e, mais do que isso, tem compromisso com os direitos humanos e com o trabalho digno”, afirmou.
Em seguida, o ministro reforçou que a decisão norte-americana foi baseada em uma premissa equivocada. “É uma tarifa indevida, baseada em fatos que não são reais”, declarou. O posicionamento brasileiro contrasta com a conclusão do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que enquadrou o Brasil entre os países considerados insuficientes na fiscalização da entrada de produtos associados ao trabalho forçado.
Embora o governo tenha comemorado a exclusão de cerca de 2 mil produtos brasileiros das duas sobretaxas, o impacto sobre parte da indústria permanece expressivo. Segundo o MDIC, setores como carne bovina, café, frutas e suco de laranja ficaram isentos tanto da tarifa de 25% quanto da nova cobrança de 12,5%, preservando parte relevante da pauta exportadora brasileira para os Estados Unidos.
Por outro lado, segmentos industriais de maior valor agregado enfrentarão tributação acumulada de 37,5%. Máquinas, equipamentos, componentes, calçados, confecções e produtos químicos não farmacêuticos estão entre os mais afetados pela dupla incidência tarifária.
“Lamentavelmente, muitos setores estarão sujeitos à dupla tributação”, afirmou o ministro, ressaltando que a equipe técnica ainda finaliza o levantamento completo dos produtos atingidos simultaneamente pelas duas medidas.
A preocupação do governo concentra-se justamente sobre a indústria de transformação, segmento que vinha sendo apontado como prioridade da política de neoindustrialização conduzida pelo MDIC. O aumento do custo de acesso ao mercado americano tende a reduzir a competitividade das exportações brasileiras justamente em setores intensivos em tecnologia, bens de capital e manufaturas, cuja recuperação vinha sendo estimulada por programas federais de financiamento e inovação.
A avaliação da pasta é que o impacto econômico poderá variar conforme a capacidade de cada empresa em redirecionar sua produção para outros mercados ou absorver parte do aumento dos custos nas negociações comerciais.
Nesse contexto, o governo pretende utilizar o programa Brasil Soberano como principal instrumento de apoio às empresas exportadoras. Lançada neste mês, a iniciativa disponibiliza R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito destinadas ao capital de giro, investimentos produtivos, inovação e abertura de novos mercados internacionais.
Segundo Márcio Elias Rosa, o objetivo imediato é preservar a atividade econômica enquanto o governo conclui o diagnóstico dos setores mais afetados e prepara sua estratégia diplomática e jurídica. O ministro afirmou que a prioridade “é acolher os setores atingidos”, auxiliando as empresas tanto na diversificação de mercados quanto na preparação de eventuais contestações internacionais.
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Lista “extra” preserva exportações-chave
28/07/2026

Petróleo e derivados foram poupados do tarifaço de 37,5% impostos pelos EUA - Foto: Tânia Rêgo / agência brasil
Relação divulgada pelo governo americano isenta 471 produtos brasileiros da sobretaxa de 12,5%, mas setores industriais seguem sujeitos a tarifas acumuladas de até 37,5%
A publicação da lista de produtos brasileiros isentos da nova sobretaxa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos amenizou parte das preocupações do setor exportador, mas não eliminou os efeitos da nova ofensiva comercial da administração do presidente Donald Trump. Divulgada na última quinta-feira 23 pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), a relação contempla 471 produtos distribuídos em 20 grandes categorias e preserva parte relevante da pauta exportadora brasileira para o mercado americano.
Entre os itens poupados estão café, petróleo, gás natural, fertilizantes, madeira, suco de laranja, derivados de açaí, ferro-gusa, defensivos agrícolas, couros, determinados medicamentos e equipamentos destinados à indústria de semicondutores. A medida entrou em vigor na madrugada de sexta-feira 24, ao mesmo tempo em que passou a valer a sobretaxa de 12,5% sobre os produtos que ficaram fora da lista de exceções.
Na prática, o anúncio reduz o impacto sobre setores considerados estratégicos tanto para a economia brasileira quanto para cadeias produtivas dos próprios Estados Unidos. O USTR justificou as exclusões afirmando que determinados insumos poderiam provocar desabastecimento da indústria americana, causar distorções econômicas relevantes ou não possuem oferta suficiente dentro do território norte-americano.
Também foram levados em consideração compromissos comerciais existentes e características específicas de alguns mercados. Entre os produtos preservados estão ainda resíduos metálicos, sucata de alumínio, obras de arte, antiguidades e itens de coleção, além de matérias-primas utilizadas pela indústria farmacêutica e tecnológica.
A seleção reforça a estratégia americana de proteger cadeias consideradas essenciais enquanto amplia a pressão sobre segmentos manufatureiros e industriais dos parceiros comerciais.
Impacto sobre a indústria
Embora a lista represente um alívio para parte dos exportadores, milhares de produtos brasileiros passam a enfrentar uma carga tributária significativamente mais elevada para acessar o mercado americano. Como a nova tarifa será aplicada de forma cumulativa à sobretaxa de 25% anunciada anteriormente pelo governo Trump para determinados produtos brasileiros, parte das exportações passa a pagar uma alíquota total de 37,5%.
O aumento afeta especialmente segmentos industriais, como máquinas, equipamentos, componentes, calçados, confecções e produtos químicos, elevando o custo de entrada desses bens nos Estados Unidos e reduzindo sua competitividade frente a fornecedores de outros países.
A nova cobrança substitui ainda a tarifa global temporária de 10% que vinha sendo aplicada desde fevereiro deste ano, após mudanças no regime tarifário americano decorrentes de decisões judiciais e da adoção de novas medidas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos.
Justificativa dos EUA
A justificativa apresentada por Washington permanece centrada na alegação de que o Brasil não adota mecanismos suficientemente eficazes para impedir a entrada, em seu mercado interno, de produtos fabricados com trabalho forçado em outros países.
A investigação conduzida pelo USTR enquadrou o Brasil entre 60 economias sujeitas às novas tarifas sob esse argumento. O governo brasileiro rejeita essa avaliação e sustenta que o país possui legislação consolidada, fiscalização permanente e compromissos internacionais no combate ao trabalho escravo contemporâneo, além de ser signatário das convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Outro aspecto relevante da decisão americana foi o tratamento diferenciado concedido a alguns parceiros comerciais. Países e blocos como Argentina, União Europeia, Reino Unido, Bangladesh, Camboja, Indonésia, Malásia, Guatemala, El Salvador, Jordânia, Taiwan e Suíça receberam regras específicas em razão de acordos comerciais firmados com Washington ou por adotarem mecanismos considerados mais robustos de combate ao trabalho forçado.
Em alguns casos, especialmente para importações de vestuário e produtos têxteis provenientes de países asiáticos, os Estados Unidos criaram sistemas de cotas que permitem a entrada de determinados volumes sem incidência da tarifa da Seção 301, desde que sejam utilizados algodão e outros insumos produzidos nos próprios Estados Unidos.
A diferenciação demonstra que a política tarifária americana passou a incorporar incentivos para reorganizar cadeias produtivas e estimular parceiros a aderirem aos critérios estabelecidos por Washington.
Produtos preservados
Para o Brasil, a lista de exceções reduz o impacto imediato sobre alguns dos principais produtos da pauta exportadora. Café, petróleo e suco de laranja, por exemplo, representam parcelas relevantes das vendas brasileiras aos Estados Unidos e foram preservados das novas cobranças.
Também permanecem protegidos fertilizantes, fundamentais para o abastecimento agrícola americano, além de insumos industriais utilizados em segmentos estratégicos da economia dos Estados Unidos.
Ainda assim, a exclusão desses produtos não elimina os efeitos sobre cadeias industriais brasileiras que dependem do mercado americano para manter parte significativa de suas receitas e investimentos.
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Versa 2027 chega mais caro e sem mudanças
28/07/2026

Nissan reajusta preços da linha do sedã compacto no Brasil e não traz novidades - Foto: divulgação
Sedã compacto mantém motor, visual e equipamentos da linha anterior, enquanto versão atualizada apresentada no México não tem previsão de estreia no mercado brasileiro
A Nissan lançou no mercado brasileiro a linha 2027 do Versa mantendo praticamente inalterada a estratégia adotada no ano anterior. O sedã compacto chega às concessionárias com preços entre R$ 119.990 e R$ 148.290, reajustes de até R$ 2 mil em relação à linha 2026, mas sem incorporar a reestilização apresentada no México em março deste ano.
Enquanto o mercado mexicano passou a receber um Versa com novo desenho frontal, alterações na traseira e avanços no pacote tecnológico, os consumidores brasileiros continuarão com a mesma configuração visual e mecânica já conhecida. A decisão reforça a cautela da montadora japonesa diante de um segmento que perdeu participação para os SUVs compactos, mas que ainda concentra modelos importantes como Volkswagen Virtus, Chevrolet Onix Plus, Hyundai HB20S e Toyota Yaris Sedan.
A principal expectativa em torno da linha 2027 era justamente a chegada da nova identidade visual apresentada pela Nissan para o modelo produzido em Aguascalientes, no México. Na versão lançada naquele mercado, o Versa recebeu um conjunto frontal completamente redesenhado, com faróis divididos em dois níveis, luzes diurnas de LED posicionadas junto ao capô e os projetores principais instalados mais abaixo, integrados ao para-choque.
Filetes em preto brilhante unem os dois conjuntos ópticos, aproximando o sedã da linguagem visual adotada pelos lançamentos mais recentes da marca. Na cabine, a atualização também trouxe uma nova central multimídia de 12,3 polegadas, substituindo as telas de 7 e 8 polegadas utilizadas até então. Nenhuma dessas mudanças, entretanto, foi incorporada à versão comercializada no Brasil.
Preços e versões
Sem alterações estruturais, o Versa 2027 preserva as três configurações da linha anterior. A versão Sense passa de R$ 117.990 para R$ 119.990. A intermediária Advance sobe de R$ 128.390 para R$ 129.990, enquanto a topo de linha Exclusive passa de R$ 146.490 para R$ 148.290.
Os reajustes acompanham a política de atualização anual de preços praticada pelas fabricantes, mas ampliam a cobrança dos consumidores por novidades em um segmento cada vez mais competitivo.
Motor permanece o mesmo
Na parte mecânica, o sedã mantém o conhecido motor 1.6 flex aspirado de quatro cilindros, que desenvolve até 113 cavalos de potência e torque de 15,3 kgfm quando abastecido com etanol. A transmissão continua sendo automática do tipo CVT, com simulação de seis marchas.
O conjunto privilegia conforto e baixo consumo de combustível, mas começa a mostrar limitações frente aos concorrentes, que passaram a oferecer motores turbo em parte de suas versões. Volkswagen Virtus, Chevrolet Onix Plus e Hyundai HB20S, por exemplo, disponibilizam opções sobrealimentadas que entregam desempenho superior e maior eficiência energética.
A própria Nissan promoveu uma evolução técnica no modelo mexicano. Embora mantenha o mesmo motor de 1,6 litro, a calibração adotada naquele país elevou a potência para 120 cavalos. Além disso, o Versa vendido no México pode ser equipado com câmbio manual de cinco marchas, opção inexistente no mercado brasileiro, onde toda a gama permanece restrita ao câmbio CVT.
Consumo e dimensões
No quesito consumo, o modelo segue apresentando números competitivos para a categoria. Segundo dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro, o Versa registra média de 7,9 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada quando abastecido com etanol.
Com gasolina, os índices sobem para 11,5 km/l no ciclo urbano e 15 km/l em rodovias, colocando o sedã entre os modelos mais eficientes de seu segmento equipado com motor aspirado.
As dimensões também permanecem inalteradas. O Versa continua oferecendo 4,95 metros de comprimento, 2,62 metros de entre-eixos, 1,74 metro de largura e 1,46 metro de altura. O porta-malas mantém capacidade para 466 litros, um dos maiores da categoria, característica que segue como um dos principais argumentos comerciais do modelo para consumidores que priorizam espaço interno e conforto em viagens.
Equipamentos
Na configuração Advance, o sedã acrescenta câmera com visão 360 graus, carregador de celular por indução, painel de instrumentos parcialmente digital com tela de sete polegadas, quatro entradas USB — três delas no padrão USB-C —, banco traseiro bipartido, sistema Isofix e alerta para objetos esquecidos no banco traseiro, além de rodas de liga leve de 16 polegadas.
Já a versão Exclusive incorpora ar-condicionado digital, acabamento interno em dois tons, volante exclusivo, faróis totalmente em LED, central multimídia de oito polegadas, rodas de 17 polegadas, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, antena em formato de barbatana de tubarão e aerofólio traseiro.
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El Niño acende alerta para dengue no RN
28/07/2026

Recipientes com água parada continuam sendo os principais criadouros do Aedes aegypti, alerta Saúde - Foto: josé aldenir
Estado soma 9,2 mil notificações de dengue, 1.948 casos confirmados e um óbito; Ministério da Saúde orienta estados a ampliar vigilância diante dos efeitos das mudanças climáticas
Depois de iniciar 2026 com redução dos casos de dengue em relação ao ano anterior, o Rio Grande do Norte voltou a registrar crescimento das notificações a partir de maio, impulsionado pelo período chuvoso. Até a 28ª Semana Epidemiológica, encerrada em 18 de julho, o Estado contabilizou 9.200 notificações da doença, das quais 1.948 foram confirmadas, além de um óbito.
O cenário ocorre ao mesmo tempo em que o Ministério da Saúde emitiu um alerta aos estados sobre a possibilidade de aumento das arboviroses no segundo semestre, em razão dos efeitos do El Niño e das mudanças climáticas.
Segundo o secretário estadual de Saúde, Alexandre Motta, o aumento observado no estado não ocorre de forma uniforme, mas está concentrado em algumas regiões e municípios.
“Esse acréscimo é mais pontual, é mais regional. A gente tem aqui a região de Pedra Preta, Guamaré, Jucurutu, Serra Negra, essa região relativa de Antônio Martins, Serrinha dos Pintos e Martins e, principalmente, Tibau e Mossoró. Mossoró, pelo tamanho que tem, pela população, a segunda maior população do Estado, é quem tem puxado os casos para cima.”
O secretário acrescentou que há registros da doença em todo o Rio Grande do Norte, mas o comportamento epidemiológico desses municípios acaba elevando o total estadual.
“Tem acontecido casos no Rio Grande do Norte inteiro, mas essa circunstância acaba elevando os casos que a gente tem hoje.”
O alerta do Ministério da Saúde considera que o avanço do El Niño pode favorecer o aumento da circulação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial, provocando alterações na circulação dos ventos e no regime de chuvas. Em algumas regiões, as precipitações tendem a aumentar; em outras, predominam temperaturas mais elevadas ou períodos de estiagem.
Para Alexandre Motta, o impacto das mudanças climáticas cria condições favoráveis para a proliferação do mosquito.
“Em um lugar onde está muito quente e chove mais, e choveu mais, você vai ter uma eclosão maior de casos. Devemos evitar o acúmulo de águas para que isso não vire reservatório de proliferação do mosquito.”
Diante da perspectiva de aumento dos casos, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou que pretende intensificar as ações de monitoramento e vigilância em parceria com os municípios. O secretário destacou que o enfrentamento depende da atuação integrada entre estado e gestões municipais.
“A preocupação é sempre dar uma atenção maior à vigilância junto com as secretarias municipais. O Estado não vai estar presente em todos os municípios. Quem vai estar é a própria gestão municipal.”
Ele ressaltou que as alterações provocadas pelo El Niño exigem atenção permanente.
“É preciso criar essa interligação. Lembrar que o El Niño, essa mudança climática, está fazendo com que aumente chuvas em alguns lugares e aumente a temperatura em outros. E em alguns casos até as duas coisas ao mesmo tempo.”
Segundo Alexandre Motta, essa combinação pode favorecer o aparecimento da doença em localidades que normalmente não apresentam aumento de casos.
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